
Moradores da região do antigo Ceasa, em Propriá, foram surpreendidos com a chegada de uma oficial de justiça determinando a desocupação de imóveis localizados próximos ao riacho, no trecho que vai do bar do finado Moacir até o conjunto Lulão. A notificação estabelece um prazo de 30 dias para que as famílias deixem suas casas, conforme decisão judicial favorável à Codevasf.
De acordo com relatos de moradores, não há mais possibilidade de recurso, já que o processo teria sido perdido por revelia. Um dos residentes afirma que o advogado contratado não teria dado andamento à defesa, levando os moradores a acreditarem que a situação já estava resolvida. Eles também alegam que o profissional recebeu pagamento pelos serviços, o que aumenta a revolta diante do desfecho inesperado.
A Codevasf reivindica a posse da área, alegando que se trata de ocupação irregular. Enquanto isso, famílias afetadas vivem momentos de angústia e incerteza, sem saber para onde irão após o prazo estabelecido, diante da iminente demolição de suas residências.
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