
O jurista e ministro aposentado do STF, o propriaense Ayres Britto, está entre os 13 ex-ministros que pediram ao presidente da Corte, Edson Fachin, a convocação urgente de uma sessão pública para discutir e determinar uma apuração rigorosa dos fatos que envolvem o Supremo.
Na manifestação, os signatários classificam o momento como a “mais aguda crise” da história do tribunal e alertam para os impactos sobre a credibilidade da Corte, a confiança da população e a estabilidade das instituições democráticas.
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