
Um pai expressou profunda revolta após enfrentar longa espera para o atendimento de seu filho de 11 meses no Hospital Regional de Propriá. Segundo ele, a criança apresentava febre alta, chegando a 40 graus, e mesmo após a triagem apontar risco de convulsão, o atendimento médico não foi realizado com a urgência necessária.
“Isso é uma vergonha, uma desorganização tremenda”, declarou o pai, visivelmente indignado. Ele relata que permaneceu por quase uma hora na frente do consultório aguardando a médica pediatra, que não aparecia. Ainda segundo o pai, somente após mencionar que procuraria a delegacia e acionaria a Polícia Militar é que a profissional surgiu para atender. “Eu saí pra ir na delegacia e depois resolvi chamar a PM, e quando escutaram eu falar de chamar a Polícia Militar ela veio fazer o atendimento, depois de uma hora de espera, sendo que meu filho era o primeiro da pediatria”, afirmou.
O caso gerou revolta e reforçou a cobrança da população por melhorias na gestão e atendimento da unidade de saúde.
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