
Moradores do Residencial Marcelo Déda, em Propriá, denunciaram nesta semana o corte de energia elétrica nos apartamentos e alertam que o fornecimento de água está prestes a ser interrompido. Segundo os relatos, os serviços estão sendo suspensos, e eles culpam o associação responsável pela construção dos imóveis.
De acordo com os moradores, os valores referentes às contas de energia e água foram entregues ao presidente da associação para que ele realizasse o pagamento junto às concessionárias. No entanto, ele teria devolvido os valores, o que, segundo os denunciantes, foi uma estratégia para provocar o corte dos serviços e pressionar as famílias a deixarem os imóveis.
O imbróglio envolvendo a situação desses apartamentos já se arrasta há semanas. O presidente da associação solicita que os moradores desocupem o espaço para que as obras possam ser concluídas. Já os moradores exigem garantias de que poderão retornar aos imóveis após a conclusão da reforma, além do pagamento de um auxílio aluguel durante esse período.
Eles afirmam que, ao ocuparem os apartamentos, gastaram todas as suas economias em obras e reparos e agora foram surpreendidos com a situação. A previsão de duração das obras é de cerca de três anos, e muitos relatam que não têm para onde ir.
A medida deixou dezenas de famílias em situação crítica, sem as condições mínimas de moradia, e o clima no residencial é de insegurança e apreensão.
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